Vacina fracionada contra febre amarela não vale para viagens internacionais

Notícia foi divulgada após anúncio de surto da doença em São Paulo

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Nesta terça-feira (16), a OMS passou a considerar a cidade de São Paulo como área de risco para contágio de febre amarela. Por conta disso, o Ministério da Saúde lançou uma campanha de vacinação com doses fracionadas do imunizante, que deve ser aplicada em municípios de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia, entre fevereiro e março. No entanto, para os viajantes, essa medida não é permitida. 

Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a vacina de febre amarela fracionada não vale para países que exigem o Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP)

Quem já estiver de viagem marcada para um dos 131 países que exigem a vacina deverá tomar a dose padrão munido da passagem aérea. A dose padrão da vacina é de 0,5 mililitros e imuniza para a vida toda. Já a dose fracionada contém 0,1 mililitros e dura 8 anos. Ainda de acordo com a Anvisa, a vacina deve ser tomada com pelo menos 10 dias de antecedência. 

Após a vacinação, o viajante deve emitir o CIVP, fazendo um pré-cadastro online e depois comparecendo a um dos postos autorizados com o cartão de vacinação e os seguintes documentos: carteira de identidade e o comprovante da viagem. 

O CIVP será preenchido com informações da vacina: data de fabricação, lote, data de aplicação, identificação da unidade de saúde e assinatura do profissional responsável pela aplicação. No entanto, quem tomar a dose fracionada, poderá corrigir com a dose padrão, mas o intervalo deverá ser de, no mínimo, 30 dias.

A Anvisa afirmou em nota que não emitirá certificados internacionais para pessoas que apresentarem um comprovante com etiqueta referente à dose fracionada. Para mais informações, acesse o site.

Foto: Divulgação/Anvisa

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